Alíquota zero
A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não reconheceu a possibilidade de as clínicas médicas recolherem PIS e Cofins na alíquota zero sobre as receitas geradas com os medicamentos utilizados por pacientes. O recurso foi apresentado pela Oncoclínica São Marcus contra decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região. De acordo com a previsão legal, os fabricantes e importadores de produtos farmacêuticos listados em lei passaram a recolher o PIS e a Cofins com a alíquota majorada. Foi determinado, por outro lado, a exoneração, mediante a alíquota zero, das contribuições devidas por comerciantes e varejistas. A clínica pretendia a interpretação extensiva dessa previsão legal. O relator, ministro Benedito Gonçalves, ressaltou, no entanto, que é vedado aos prestadores de serviços médico-hospitalares a discriminação, na receita bruta, do valor correspondente aos produtos utilizados como insumos, bem como a aplicação de alíquota zero de PIS e Cofins sobre as parcelas de receita bruta relativas a esses produtos.
Fonte: Valor Econômico
Confira outras notícias
- InstitucionalOutubro, 23Receita Sintonia divulga a classificação do 3º ciclo de 2026
- InstitucionalOutubro, 23Apuração Assistida do Simples Nacional (ASN) – Fase Experimental
- InstitucionalOutubro, 23Prazo para adesão ao terceiro edital do Acordo Gaúcho termina em 30 de outubro
- InstitucionalAgosto, 31Contribuintes do Simples Nacional devem regularizar divergências de ICMS em segunda etapa de programa de autorregularização
- InstitucionalAgosto, 21Empresas do Rio Grande do Sul devem fazer recadastramento junto à Receita Estadual até o final de setembro
